Sobre a Garmin

O interessante da queda do Hesjedal, é que é só mais uma, num ano em que todos os momentos críticos das grandes provas, eles foram ao chão. E estamos a falar de uma vitória quase certa do Dan Martin na Liege-Baston-Liege, um dos monumentos, a queda no contra-relógio por equipas logo a abrir o Giro, e a queda do Ryder numa Vuelta onde nem este nem o Martin se estão a conseguir impor para a Classificação Geral, e dava jeito ganhar uma etapa. O que seria quase certo se ele não tivesse caído.

Só faltou mesmo o Navardauskas espalhar-se sozinho na recta da meta da etapa que ganhou no Tour.

garmin

Bem vistas as coisas, a Garmin é o mais próximo que temos do futebol.

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O ciclista incrível preza a palavra alheia

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