Mas há afinal alguém a olhar para nós? III

No meio de todo o barulho que conseguimos produzir à volta das nossas coisinhas das bicicletas, será que existe alguém a olhar para a bicicleta com a seriedade que não lhe devemos?

Reuters
Reuters

Izhar Gafni, um utilizador da bicicleta Israelita pensou nos últimos anos a forma de democratizar totalmente o uso da bicicleta, e olhou para ela a partir do momento que não é o nosso. Olhou para a bicicleta no momento para qual muita gente se começa a movimentar, o momento em que o sufoco do burgo obrigara a novas – ou velhas para outros – respostas. O momento em que a banalização de um instrumento insípido faz a diferença na vida de comunidades menos desenvolvidas, por exemplo. O momento em que chamar menos desenvolvidas é absurdo.

A possibilidade de criar uma bicicleta a partir de cartão, daquele bem duro, por cerca de 8 dólares é destaque no The Economist, e é nesse momento em que percebemos que as nossas coisinhas de criança, são assuntos sérios.

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O ciclista incrível preza a palavra alheia

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